1 de jul de 2008

Desvirtual

Conectados,
um atado nó internético.
Arrepiados rebites,
desritmaquinando.

Replicantemente
implicante pulsação
no coração andróide:
sucata machucada.

Das engrenagens
amassadas
do meu maquinário
pende cibernético néctar:
lágrima oleosa.

9 comentários:

Salve Jorge disse...

Desvirtual
Divirto
Desviro
Desfiro
Autoral
Usual
Despido
Causal
Afinal
Símbolos
Embolos
Desvio natural...

Aline Aimée disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Aline Aimée disse...

...e a cada lágrima suada, enferrujamos as estruturas -
pane nos derruba
em virulento
colapso.

Alex Pinheiro disse...

E quando dá uma pane no estado de SP inteiro acabamos descobrindo nossa fragilidade social,,, rs

Bjs e reflexivas invenções!

Bruna Mitrano disse...

Se eu soubesse fazer versos, hoje faria uns como estes.
Seu blog é sinestésico! (juro que pensei no adjetivo antes de ler o "Sinestesiada").
Coincidência, sintonia, acaso, sei lá. De alguma forma cheguei aqui e voltarei mais vezes.

Até!

Fênix disse...

quantos bytes terá essa lágrima virtual?
em quantos sites rispingará?
Apareça pelo Essência e Aparência.
Beijos

Fênix disse...

corrigindo...respingará
Beijos

LG disse...

Esse aí dava expurgo, os outros talvez alguma menção honrosa num concurso de cidade do interior. Mas efim, quem não tenta não alcança.

LG disse...

enfim*