9 de set de 2008

Da redação

Ela diagrama eternamente.

Ela derrama éter na mente.
Ela é dia, ela ama, ela eterna:
ela mente.

Desafia.
Desfia o dia, a grama,
ela amando ternamente.

Lê-la
e tê-la na mente.

Diagr-amada.

16 comentários:

Aline Aimée disse...

Você é artesã das palavras. Adoro sua alquimia!

Elliott disse...

eu amo o éter... e nao confunda com ética...

Augusto S. disse...

hahaha

adorei.. eu nãi sei como ou mesmo porque mas me divirto com suas construções... serás arquiteta d ou jogadora de quebra-cabeças? me confundes e me encantas..

: D

raai. disse...

"Desafia.
Desfia o dia, a grama,
ela amando ternamente."


Foi a minha parte preferida *-*
linda, linda mesmo, você escreve muito bem

;**

Tata disse...

perfeita!!!

J.F. de Souza disse...

Mulher... Tô me tornando cada vez mais fã dos teus escritos!


=)



=*

Bunny disse...

Desculpa aí, hein galera,
Mas esse foi pra mim =)

Amei Ya, perfeito.
Amo-te
Eter-na-mente.

J. Caribé disse...

Tão bonito o vestido que você fez com o tecido de palavras...

Salve Jorge disse...

Ela adia cada grama e ternamente

Élade trama pra ter na mente
Melodia dela chama que encerra
Belamente

Desfia
Desvaria a dama
Bela a mando tornadamente

Vela
E vê-la, semente

Sagra(va)da...

julia disse...

tú ta encaixando massa palavras e letras
ta ficando lindo!!
;**

Raiz disse...

E foi assim que te conheci...

lendo-te...

yara fernandes, da redação

Flaviana de Freitas disse...

E aqui admiro o poema continuamente;
esse, que hora após hora continua na mente.

Lindo Yara!!!

Beijos

Máa ;* disse...

Você usa as palavras como desejar, brinca com elas, coloca em seu devido lugar. Parabéns, escreve muito muito bem :)

Bárbara Fiz disse...

Olá =]
Parabéns yara !
lindo, pareceu *tabuleiro de palavras suvenirs*
muito bonito e divertido também.
Um abraço *~

H.Hora disse...

(risos)
Se ela mente,
oblíqua,
serpente,

ela bebe teu éter,
e dissolve qualquer drama.

Teu diagrama
teu dígrafo
ela...

Yara disse...

"De que calada maneira
Você chega assim sorrindo
Como se fosse a primavera
Eu morrendo..."