7 de dez de 2008

D'ocê

pede colo e beijo e bis
diz que talvez quem sabe se
sê acre e doce em minha língua
míngua, e então reaparece
tece nuvem em fio açucarado
amado meu de gás hélio voa
e soa como se niño fosses
doce algodão menino meu

10 comentários:

Mariana disse...

atraversei um mundo de blogs até aqui...

belos versos

Salve Jorge disse...

Doce
Docê
Do ser
Sorver
Sorvete
Só ver-te
Som verte
Com versos
Converte
Confete
Com fé tirado
Melado...

Clara Mazini disse...

Que delícia! Combina com os melhores dias. Me tirou uma sorriso do bolso!

Cris de Souza disse...

" Que seja doce 7 vezes, que é pra dar sorte. "

Evoé !
Obrigada pela visita.
(Não se demore a voltar)

Thiago Quintella disse...

Jogadaça de raro talento na poesia!! Gostei!

J.F. de Souza disse...

Um gosto de algodão-doce
doce e fugaz...

Muito bom!!! =D

Thiago disse...

doce feito algodão doce... saudade D'ocê :)

Aline Aimée disse...

Ai, salivei de tão doce poesia! É assim o tipo de coisa preciosa que eu daria pro meu amor ler. Você sabe dessas coisas...

Alex Pinheiro disse...

gravei pra ouvir em minha própria voz,,, gravei pois que percebi um ritmo fenomenal,,, adorei a música,,,

Venho de link no Amigo Poético e tô adorando essas conexões, rs

Bjs e novas invenções!

Moca disse...

belas palavras, com rítmo de dança lenta em meia-luz...