23 de jan de 2010

Planos

Calculo
as (des)coordenadas
absolutas e incrementais.

E mais.
Encontro teu ponto
no infinito.
Fito.

Abro tua parábola,
curva da boca.
Adentro teu centro
bélico.

Mas me perco...

Amar é não ter planos cartesianos.
Improvisamos.

24 comentários:

Raíza Rocha disse...

"amar é não ter planos cartesianos. Improvisamos"

me perco em teus versos e improviso aplausos.

.Marrí Franco. disse...

Melhor é perder-se dos absolutismos...

Vagarosa ॐ disse...

"Improvisamos."



belos escritos.
gostei demais daqui =)

Alex Pinheiro disse...

Sim,,, essa coisa de amar tem disso... por isso penso que robô nunca poderá amar (!), rs

Bjs e eruditas invenções!

J.F. de Souza disse...

Há mais que duas dimensões no Amor... =)

Bjão! =*

Jackie Kauffman Florianopolis-SC disse...

Amor é improviso.Que verdade linda!

J. disse...

Feito passo de dança. Lindeza!

• c disse...

"Amar é não ter planos cartesianos."

me perdi.

Gil Costa. disse...

Que bonito moça, que bonito!
=)

Sandra Regina de Souza disse...

De improviso
sem planos
somos plenos
indefinidos...
bjo

Eduardo Trindade disse...

Hummm...
Planos não-cartesianos serão ainda planos?
Amor é uma superfície não-parametrizável.

Abraços!

Rafael disse...

Gostei do teu "ponto"...
bjs

Adriana Karnal disse...

ai, que lindo poema, esse improviso foi certeiro!

Ianê Mello disse...

Recebi esse selo como presente do meu querido amigo do lado de lá do atlântico, Leonardo B.

Agora, a tarefa mais difícil, distribuí-lo a 15 blogs.

Com todo o meu carinho e admiração passei esse selo à você.

Passe por lá para apanhá-lo.

Um grande beijo, com meu carinho e admiração.


PS: Não esqueça de repassar o selo a 15 blogs .

Fouad Talal disse...

às tuas curvas:

hipotenusas.

Um abraço.

Mary disse...

que final maravilhoso, Yara!

:*

Aline disse...

amar é não estabelecer domínios...


Belo poema.

um beijo.

Alisson da Hora disse...

improvisos, racionalismos descartados, finitude incramentada...

belíssimo...
^^

Sílvia disse...

Amar é improvisar :)

subsenso disse...

Que bonito.

Ramon Alcântara disse...

E parabolas e parafrases e paraquedas, sem retas, amor!

André Lasak disse...

É no improviso que somos autênticos.
:)

Parou? Quase dois meses de vazio poético sem o seu talento é demais...

Beijão!

J. disse...

E aí, moça! Vamos atualizar? Saudades de ler tuas palavras.

Beijos.

Sylvia Araujo disse...

Me arrancou um sorriso.

Lindíssimo!

Improvisemos. Sempre.

Beijoca