Não preciso me pintar
para que borboletas
me entendam flor.
Unhas nuas.
O lábio colorido apenas
pelo beijo.
Desprovida de laço de fita.
De rímel, rendas, riscos.
Minhas cores
próprias, únicas,
não escorrem sob a chuva.
Levo-as,
rubras,
no peito.
13 comentários:
esse blog já tah ficando apelativo! tem ate foto nua sua kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
não é só para o deleite do olhar:
é pra sentir!
prazer
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Olha, moça Yara... Adorei o novo leiaute! [Claro, também pela foto com as tattoos à mostra! Mas juro que não é só por isso!] =)
=*
Muito bom, toda vez que venho aqui fico fã...
Parabéns pelo poema e pelo visual novo do blog.
abraço!
O melhor poema que vi aqui nos últimos tempos.
A primeira estrófe, excelente!
" O mundo não aprendeu a admirar a beleza, a verdadeira beleza(...) Baby você não precisa de um salão de beleza, há menos beleza num salão de beleza, a sua beleza é bem maior que a beleza de qualquer salão(..)"
como se borboletas precisassem de pintura qualquer...
Novo design para murmúrios continuamente vermelhos...
Sua escrita encanta flor
Lindo!
A primeira estrofe é de um encanto e singeleza!
Mostrar-se em maturação própria de denúncias...
Beijo, querida!
Uau!
Lindo demais mesmo, cada verso.
Tu sumiu, Yara.
Espero que estejas bem.
gosto muito de você!
sexta-feira, 20 de maio de 2011Hector Benoat...e o sabote a esquerda paulista.
Algumas falsas afirmaçoês nos levam a crer que o dito movimento MNN é indubitávelmente uma farsa generalizada. A sua cabeça principal: Hector Benoat, de través de supostas releituras do programa de transição de Leon Trotstki, diga-se de passagem uma cabeça secundária no movimento revoucionário russo, quando temos em vista o programa revolucionário Leninista,
revela as suas concepçoês utilitaristas no seu apego irreversível a cadeira universitária ou para o respeitável público: Hector Benoat. Eis a miséria da intelectualidade paulista com o seu representante ''revolucionário''.
Juntamente com a falsa coligação com o Trotskismo Russo, o mesmo se pretende aniquilador das diferenças de classe, quando saido do seio da alta classe média paulistana, e quando é sabido que Trotski (filho de rico fazendeiro) e Lenin filho da alta classe média russa nunca pretenderam cargos universitários.
Diante de tais prerrogativas somos ''forçados'' a rir desse ridículo e farsante movimenton.
A sua poesia é bela.
Convite: Sarau O que dizem os umbigos 18:00. Aceita ou não?
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