22/03/2011

Tintura

Não preciso me pintar
para que borboletas
me entendam flor.

Unhas nuas.
O lábio colorido apenas
pelo beijo.
Desprovida de laço de fita.
De rímel, rendas, riscos.

Minhas cores
próprias, únicas,
não escorrem sob a chuva.
Levo-as,
rubras,
no peito.

13 comentários:

Sean disse...

esse blog já tah ficando apelativo! tem ate foto nua sua kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

J.F. de Souza disse...

não é só para o deleite do olhar:
é pra sentir!
prazer
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J.F. de Souza disse...

Olha, moça Yara... Adorei o novo leiaute! [Claro, também pela foto com as tattoos à mostra! Mas juro que não é só por isso!] =)

=*

Caranguejúnior disse...

Muito bom, toda vez que venho aqui fico fã...

Parabéns pelo poema e pelo visual novo do blog.

abraço!

leila saads disse...

O melhor poema que vi aqui nos últimos tempos.
A primeira estrófe, excelente!

†† Ð'ART †† disse...

" O mundo não aprendeu a admirar a beleza, a verdadeira beleza(...) Baby você não precisa de um salão de beleza, há menos beleza num salão de beleza, a sua beleza é bem maior que a beleza de qualquer salão(..)"

Thiago disse...

como se borboletas precisassem de pintura qualquer...

° Marrí disse...

Novo design para murmúrios continuamente vermelhos...
Sua escrita encanta flor

Aline Aimée disse...

Lindo!
A primeira estrofe é de um encanto e singeleza!
Mostrar-se em maturação própria de denúncias...

Beijo, querida!

ana. disse...

Uau!
Lindo demais mesmo, cada verso.

Thiago disse...

Tu sumiu, Yara.
Espero que estejas bem.
gosto muito de você!

Machetinho disse...

sexta-feira, 20 de maio de 2011Hector Benoat...e o sabote a esquerda paulista.
Algumas falsas afirmaçoês nos levam a crer que o dito movimento MNN é indubitávelmente uma farsa generalizada. A sua cabeça principal: Hector Benoat, de través de supostas releituras do programa de transição de Leon Trotstki, diga-se de passagem uma cabeça secundária no movimento revoucionário russo, quando temos em vista o programa revolucionário Leninista,
revela as suas concepçoês utilitaristas no seu apego irreversível a cadeira universitária ou para o respeitável público: Hector Benoat. Eis a miséria da intelectualidade paulista com o seu representante ''revolucionário''.
Juntamente com a falsa coligação com o Trotskismo Russo, o mesmo se pretende aniquilador das diferenças de classe, quando saido do seio da alta classe média paulistana, e quando é sabido que Trotski (filho de rico fazendeiro) e Lenin filho da alta classe média russa nunca pretenderam cargos universitários.
Diante de tais prerrogativas somos ''forçados'' a rir desse ridículo e farsante movimenton.
A sua poesia é bela.

Machetinho disse...

Convite: Sarau O que dizem os umbigos 18:00. Aceita ou não?