22 de mar de 2011

Tintura

Não preciso me pintar
para que borboletas
me entendam flor.

Unhas nuas.
O lábio colorido apenas
pelo beijo.
Desprovida de laço de fita.
De rímel, rendas, riscos.

Minhas cores
próprias, únicas,
não escorrem sob a chuva.
Levo-as,
rubras,
no peito.

15 comentários:

Sean disse...

esse blog já tah ficando apelativo! tem ate foto nua sua kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

J.F. de Souza disse...

não é só para o deleite do olhar:
é pra sentir!
prazer
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J.F. de Souza disse...

Olha, moça Yara... Adorei o novo leiaute! [Claro, também pela foto com as tattoos à mostra! Mas juro que não é só por isso!] =)

=*

Caranguejúnior disse...

Muito bom, toda vez que venho aqui fico fã...

Parabéns pelo poema e pelo visual novo do blog.

abraço!

leila saads disse...

O melhor poema que vi aqui nos últimos tempos.
A primeira estrófe, excelente!

†† Ð'ART †† disse...

" O mundo não aprendeu a admirar a beleza, a verdadeira beleza(...) Baby você não precisa de um salão de beleza, há menos beleza num salão de beleza, a sua beleza é bem maior que a beleza de qualquer salão(..)"

Thiago disse...

como se borboletas precisassem de pintura qualquer...

° Marrí disse...

Novo design para murmúrios continuamente vermelhos...
Sua escrita encanta flor

Aline Aimée disse...

Lindo!
A primeira estrofe é de um encanto e singeleza!
Mostrar-se em maturação própria de denúncias...

Beijo, querida!

ana. disse...

Uau!
Lindo demais mesmo, cada verso.

Thiago disse...

Tu sumiu, Yara.
Espero que estejas bem.
gosto muito de você!

Machetinho disse...

sexta-feira, 20 de maio de 2011Hector Benoat...e o sabote a esquerda paulista.
Algumas falsas afirmaçoês nos levam a crer que o dito movimento MNN é indubitávelmente uma farsa generalizada. A sua cabeça principal: Hector Benoat, de través de supostas releituras do programa de transição de Leon Trotstki, diga-se de passagem uma cabeça secundária no movimento revoucionário russo, quando temos em vista o programa revolucionário Leninista,
revela as suas concepçoês utilitaristas no seu apego irreversível a cadeira universitária ou para o respeitável público: Hector Benoat. Eis a miséria da intelectualidade paulista com o seu representante ''revolucionário''.
Juntamente com a falsa coligação com o Trotskismo Russo, o mesmo se pretende aniquilador das diferenças de classe, quando saido do seio da alta classe média paulistana, e quando é sabido que Trotski (filho de rico fazendeiro) e Lenin filho da alta classe média russa nunca pretenderam cargos universitários.
Diante de tais prerrogativas somos ''forçados'' a rir desse ridículo e farsante movimenton.
A sua poesia é bela.

Machetinho disse...

Convite: Sarau O que dizem os umbigos 18:00. Aceita ou não?

Weslley M. Almeida disse...

Olá, Yara.

Ao ler estes seus versos veio-me os de Quintana, quado diz que não há nada que escreva que não seja confissão.
Eis sua condição poética, borboletal, desprovida de tudo que não seja essência.

Belos versos. Vou ficando por aqui.

Um Beijo,

Weslley.

p.s. caso tenha interesse em publicar/partilhar em outras reverberações poemas seus, faço parte do Jornal Fuxico ( http://www.uefs.br/nit/site/jornal.html ). Envie-nos pelo e-mail fuxicojornal@gmail.com
Até!

Unknown disse...

Adorei esse!!!
Mais que justificado. Coloridíssimo!